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Vem aí EU+1 2012

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Mês Mariano

No calendário da Igreja católica o mês de maio é dedicado a Maria porque é o mês em que se celebram duas festas litúrgicas importantes dedicadas a ela: A Festa de Maria Rainha dos Apóstolos em que se realiza todos os anos no primeiro sábado depois da festa da Ascensão e a Visitação no dia 31 de maio.

O bom pastor

Homilia em áudio(MP3) do 4º Domingo da Páscoa-Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco-CE. Jesus Cristo fundou um rebanho e colocou Pedro à frente desse rebanho para que, junto com os demais apóstolos, o pastoreasse...

Santa Teresinha nos ensina sobre o sofrimento

"Quando se quer atingir um fim, deve-se procurar os seus meios. Jesus me fez compreender que era pela cruz que Ele queria me dar almas e minha atração pelo sofrimento cresceu na medida em que o sofrimento aumentou". (MA 69v)...

Projeto Criança Pequeno Gigante

O Projeto Criança Pequeno Gigante da Comunidade Filhos de Sião tem vivido há 10 anos, uma das mais lindas missões, conduzir a criança a um encontro pessoal com Jesus Cristo

 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Homilia do 1º dia da Festa de Corpus Christi


Homilia em áudio (MP3) do 1º dia da Festa de Corpus Christi 2012.
Paróquia de São Manuel do Marco-Ce.
29 de maio-terça feira.
Tema: O banquete do cordeiro.
Celebrante: Padre Tomé - Paróquia Senhora Sant´Ana-Santana do Acaraú-CE.

Evangelho Lc 22, 19-20.

E tomando pão, e havendo dado graças, partiu-o e deu-lho, dizendo: Isto é o meu corpo, que é dado por vós; fazei isto em memória de mim.
Semelhantemente, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: Este cálice é o novo pacto em meu sangue, que é derramado por vós.


Baixe aqui a Homilia

Festa de Corpus Christi`2012

                                             Festa de Corpus Christi`2012.
                            Paróquia de São Manuel do Marco - Monsenhor Rômulo Rocha.
Tema: " A Eucaristia: comunhão com Cristo e entre nós"
Lema: " Eu sou o pão da vida. Quem vem a mim não terá mais fome, e quem crê em mim nunca mais terá sede."(Jo 6,35).
Marco-Ce; 28 de Maio a 7 de Junho de 2012
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domingo, 27 de maio de 2012

Celebrando Pentecostes


 “No nosso tempo, ávido de esperança, fazei com que o Espírito Santo seja conhecido e amado. Assim, ajudareis a fazer que tome forma aquela ‘cultura do Pentecostes’, a única que pode fecundar a civilização do amor e da convivência entre os povos. Com insistência fervorosa, não vos canseis de invocar: ‘Vem, ó Espírito Santo! Vem! Vem!’.” (João Paulo II).

Pentecostes é uma graça constitutiva do grande mistério pascal. Faz parte dele. Isto é, sem o dom do Espírito – sua efusão –, dado como cumprimento da promessa de Deus para estar “com” os homens e “nos” homens (diferentemente do modo como Ele estivera presente no mundo até o dia de Pentecostes), a graça da salvação realizada por Cristo na Sua missão, não avançaria... “...Sem o Espírito não é possível ver o Filho de Deus, e, sem o Filho, ninguém pode aproximar-se do Pai, pois o conhecimento do Pai é o Filho, e o conhecimento do Filho de Deus se faz pelo Espírito Santo” (Santo Irineu)
Promover, portanto, o conhecimento, a abertura e o culto ao Espírito Santo, é, essencialmente, promover a possibilidade do encontro das pessoas com a Pessoa e a obra de Jesus Cristo, Senhor e Salvador. Que nos leva ao Pai, fonte e acabamento de nossas vidas...
Essa cultura de pentecostes se põe hoje para nós na mesma medida em que fora colocada para os apóstolos, os cristãos da primeira hora. Ela se faz necessária para reagirmos aos tempos difíceis de propagação e manutenção da nossa fé. Para enfrentar o que está aí, Deus providenciou tempos de um novo Pentecostes para nós. Inúmeros são os sinais.
Como sempre, Deus insta alguns a assumir a tarefa de ser instrumentos a serviço de cada específico propósito Seu.
Cada um deve se perguntar: o que é que eu, enquanto líder, servo, coordenador de grupo de oração, de cidade, de região, de paróquia, de vicariato, de setor, de diocese, de estado, membro de comunidade ou de grupo de oração, posso, efetivamente, concretamente – fazer para colaborar com a difusão da espiritualidade de Pentecostes, e o estabelecimento de sua cultura?
“A cada um é dada a manifestação do Espírito para proveito comum”. Que ninguém, pois, permaneça indiferente ao Projeto Celebrando Pentecostes; que ninguém fique “assistindo” o operar do Espírito na vida dos outros; que ninguém deixe de apresentar-se como “operário da 1ª hora” para colaborar nessa tarefa que é de todos nós...
Que cada um estabeleça, como meta própria, o reavivamento de seu “Pentecostes pessoal”, em que os que já fizemos a experiência da efusão do Espírito trataremos de permanecer atentos à possibilidade de uma repleção continua, garantida pelo Batizador (CIC 667; Ef 5,18). E que se cumpra em nós aquilo que Elena Guerra, a “Apóstola do Espírito Santo dos tempos modernos”, predisse:
“Que o coração de cada um de nós se torne um novo e verdadeiro Cenáculo no qual o Espírito Santo habite como o mais doce dos hóspedes e o mais fiel dos amigos”.

Homilia da Solenidade de Pentecostes - Mons. Rômulo



Homilia em áudio (MP3) da Solenidade de Pentecostes. Mons. Rômulo, paróquia de São Manuel do Marco_CE.
O Espírito do Senhor desceu sobre nós e nos congregou na mesma fé e numa só família na alegria, na fraternidade e no amor. O universo todo se rejubila pela presença do Espírito do criador e unificador. Nesta celebração, Ele quer nos cumular com seus dons.

Evangelho (João 20,19-23)
Domingo, 27 de Maio de 2012.



Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.
Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”.
E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem não os perdoardes, eles lhes serão retidos”.

Baixe aqui a Homilia

           

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A boa preparação para a Primeira Comunhão


Há uma acentuada preocupação de melhorar a Preparação para a Primeira Comunhão.
Muito justa e necessária, até agora, no entanto, ela tem sido muito frágil.
O resultado é que centenas de crianças fazem a Primeira Comunhão e encerram aí a vida cristã, que apenas devia ter começado.

Não lhes damos assim:
• uma verdadeira noção da vida cristã;
• o senso de Deus, para cuja glória vivemos;
• a responsabilidade dos deveres cristãos;
• um conhecimento vivo dos caminhos a trilhar;
• a iniciação nos grandes hábitos cristãos;
• o desejo da Eucaristia.

Não as preparamos de modo que se possa ter alguma garantia de perseverança, sem a qual, diz Cristo, não é possível a salvação: "Quem perseverar até o fim, esse será salvo" (Mt. 10, 22).

Por isso, o remédio é uma boa preparação, que urge dar agora, mais do que nunca, sob pena de continuar esse desolador resultado, e, o que é pior, em proporções cada vez maiores.

A boa preparação de uma criança para a Comunhão, não requer:
• saber de cor muitas respostas do catecismo
• saber de cor muitas orações
• saber os nomes dos principais mistérios da fé;

— Mas requer que a criança:

• saiba realmente (não repetir palavras e frases que não compreende) as principais verdades da Religião, de modo proporcionado à sua capacidade;
• esteja iniciada conscientemente nos grandes hábitos da vida cristã:

• estado de graça
• orações diárias
• Missa de preceito
• desejo de cumprir os Mandamentos
• fé viva
• obediência à Igreja

• tenha o senso de Deus e de Cristo;
• conheça e deseje a Eucaristia;
• tenha disposição para perseverar na vida cristã, depois da Primeira Comunhão.

A boa preparação deve ser:
• preocupada em formar o cristão, mais do que em dar-lhe noções;
• vital, para infundir hábitos para toda a vida cristã;
• prática, a fim de que a doutrina aprendida se traduza em atos;
• longa, para que esses atos se consolidem em hábitos;
• orientada para um ideal que só se extinguirá com a vida.

Só assim conseguiremos formar cristãos verdadeiros de consciência reta e sensível, responsáveis diante de Deus, capazes de agir de modo pessoal e espontâneo; de refletir, de julgar com critérios cristãos; de controlar as paixões; de orientar para Deus toda a sua vida.
Uma preparação assim foi sempre necessária, e mais ainda o é em nossos dias, quando são tantas as influências contra a fé e a vida cristã, e quando a própria ação da família só raramente contribui para oferecer à criança o ambiente de que ela precisa para o seu crescimento sobrenatural.
Quando a criança tem um lar cristão, e vai aprendendo dia a dia a ser cristã, do modo mais eficiente possível, à luz do exemplo dos pais e irmãos, pela força irresistível do ambiente, pondo alicerces profundos à vida espiritual, bastará uma preparação próxima de dois ou três meses porque se tem a certeza de que a formação cristã irá continuar, garantindo assim a perseverança.
Quando, porém, a pobre criança vem de um lar descristianizado, ou desses cristãos de nome, sem raízes, sem senso cristão, sem hábitos religiosos, não vejo como seja possível realizar em menos de um ano a formação que dê esperança de iniciação séria na vida cristã e de perseverança nela.
Como hoje em dia a norma não é, infelizmente, o lar de bons cristãos, façamos a formação de dois anos, ficando a mais curta para as exceções, ou, seja, para os filhos de famílias verdadeiramente cristãs, que mercê de Deus, existem."

Fonte: Blog A grande Guerra

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O desejo de Deus tornou-se realidade




Quero partilhar nesta edição o Sonho de Deus. Mas de que sonho? O sonho de amar os coxos, os surdos, os aleijados, os cegos, os desprezados. Em 2005 vivi uma experiência muito cruel em minha vida e indaguei de Deus porque tamanha dor? Depois de algum tempo obtive a resposta. “Filha está dor é para que você entenda a minha vontade”. Então dediquei-me de maneira especial no cumprimento da vontade de Deus. Mas depois de alguns anos  percebi que a Comunidade não estava preparada humanamente e financeiramente para abraçar tamanha missão. Fiz como Nossa Senhora, guardei tudo no coração, porque a vontade de Deus jamais cai por terra, ela tem o seu tempo. E quando tudo tinha-se acalmado, Deus bate a minha porta através de uma mulher muito simples e muito humana, um anjo de Deus para a Comunidade e diz-me: quero que dar-te uma casa de recuperação de dependentes químicos. Aquelas palavras chocaram-me mas ao mesmo tempo vi a fidelidade de Deus em seus projetos. Eu aceitei o desafio de Deus. Hoje nossa Casa está situada na cidade de Acaraú e será abençoada para a missão dia 28 de maio. Desde o dia 14 de abril um grupo de seis missionário da Comunidade foram enviados para prepararem o ambiente no qual vamos  acolher e cuidar e curar os amados de Deus. Nosso projeto chama-se Novo Homem. Quem é o novo homem?É aquele que sepultou o homem velho em Cristo. Como diz São Paulo: quem está em Cristo é uma nova criatura. Nossa Casa chama-se Casa de Maria. E é lá na casa da mãezinha que iremos realizar o sonho de Deus. Obrigada papai do céu por nos amar com amor de proteção. Amém
Vander Lúcia Menezes